terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Iogurte Grego caseiro
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Pele de bundinha de neném com produtos para bundinha de neném: Hipoglós e Bepantol
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Ervilha Gourmet: Nhoque de Mandioca
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Mochilando: Santiago do Chile
Bienvenidos a Santigo! Hoje vou estrear no Sociedade das Ervilhas os relatos de viagem/desejos de viagem. Começo com a capital do Chile, cidade bem organizada, bonita e com mais de 5 milhões de habitantes. Estive lá em outubro de 2011 e essa foto acima foi uma das primeiras tiradas na metrópole, na Plaza de las Armas. Pedro (meu amor), nosso amigo Buttura, Diego (amigo do Buttura que conhecemos na chegada) e o "cachorrito" (segundo o Diegão, carioca-figura 'expert' na língua espanhola hahaha).
Centrão, lojas, muita gente, uma típica catedral em torno da praça e órgãos públicos. Primeiras impressões muito boas: limpeza e nada de fios aparecendo entre postes e poluindo o visual. Não consegui ver um só fio estampado nas ruas dessa cidade, coisa linda. Também vimos poucos mendigos, agora... "cachorritos" de rua, rs, muitos, pra todo lado!
Na primeiro foto eu e o Pedro fomos tomar vinho no quarto dos meninos. A segunda, a sala do hostel e, a terceira, nossa foto de despedida da turma de brasucas que encontramos lá.
Algumas dicas:
- Se você quer comprar vinhos para trazer para casa, vá a um supermercado. Nas casas especializadas o preço chega a ser o dobro e em um simples supermercado você encontra ótimos vinhos com um precinho lá embaixo. Alguns rótulos que nós compramos aqui a algo entre R$ 30 e R$ 40, lá nos achamos a R$ 7, R$ 10. Dá vontade de trazer um mundo de vinho rs.
- Não saia bebendo na rua, andando com uma garrafinha na mão pelas calçadas. É proibido! Nas regiões centrais os bares e restaurantes fecham 1h, super cedo, e o Carabineros (os caras parecem ser fudidos, rs), a polícia local, faz rondas incessantes, para as pessoas, revista e tal. O sistema é bruto, rs.
- Troque apenas um pouco de dinheiro no aeroporto e deixe para ir trocando o restante em casas de câmbio no centro da cidade, você economiza uma grana fazendo isso. Mas troque algo no aeroporto sim, pois os taxistas não aceitam dólar, real ou qualquer outra coisa. Um companheiro nosso ofereceu a parte dele do táxi em dólar e o taxista simplesmente mandou "dólar não vale nada no Chile, nos só aceitamos nosso dinheiro". Bem isso, nos locais onde fomos, só peso chileno, nada de converter e aceitar outras moedas. Essa nacionalismo está estampado de outras maneiras também, ficamos impressionados com tantas bandeiras do país em janelas, sacadas, casas, carros... Acho que eles ganham até de corinthianos e flamenguistas no quesito bandeiras! rs!
- O sistema de metrô é um interessante meio de transporte em Santiago, recomendamos. O trânsito achamos meio bagunçado e os motoristas, bem estressados.
- Última e importante dica: beba muito vinho, os chilenos são bons nisso! E aproveite bem sua viagem, deixe para descansar na volta...rs.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Dieta engorda
Ervilhas em: O Retorno!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O curioso caso da mãe que trocou o filho por um edredom

Algumas coisas inusitadas acontecem nessa vida. Por exemplo, o curioso caso de uma amiga que trocou o filho por um edredom. Não que a criança não fosse também fofa, cheirosa e despertasse vontade de um abraço e aconchego. Ao contrário, é daquelas delícias de criança. Fofo como um edredom. Carinhoso tanto quanto uma peça da MMartan acarinha sua pele.
Mas aconteceu, numa trágica noite.
A mãe saíra de casa para curtir uma baladinha com os amigos. A vó botaria a criança para dormir. Afinal, mãe também é gente, né?! (Vó idem). Adormecido, o menino foi colocado na cama da mãe, onde gosta de passar a noite.
Lá pelas tantas, ela chegou. Cambaleante, ofegante, levemente ébria. “Levemente ébria” não. Bêbada, mesmo. (Bêbada pra caralho, pronto). Despiu-se, deitou-se na cama. Levou o braço até o menino e....
Nada. Naquele momento seu braço tocava o colchão vazio, o travesseiro abandonado. Coração na garganta. Coração na boca agora, junto com um restinho de vodka. Onde estaria? Teria fugido? Do bicho papão? Do cheiro de álcool no quarto? Mãe pensa tanta coisa absurda quando perde de vista o filho que eu jamais me atreveria a descrever os pensamentos que passavam pela cabeça dela naquela situação.
Só digo que ela correu gritando pela casa, nua e desesperada. “Socoooorrrooo, o menino, o menino, socorroooo!!!”. Mais cambaleante, mais ofegante e um pouco menos ébria. “Mamãaaaae, mamãaaaeee! Roubaram o menino, ele sumiu! Roubaram o menino!!!”.
A vó, no susto, levantou-se e veio checar a situação. Levou sua filha até o quarto para procurar debaixo da cama, dentro do banheiro, atrás dos armários, nos bolsos das calças. E ele estava bem ali, no meio da cama, dos pés à cabeça enroladinho no edredom que se aninhava outrora ao lado do corpo materno.
Ao passar o braço para o lado, nem pode ela sentir que havia passado por cima do menino, escondidinho no gostoso pedaço de pano ao lado do seu corpo. Achou que era só um aglomerado de tecido e espuma. Comeu barriga. Passou batida.
Gritos de alívio e gargalhada ao entender o que havia ocorrido. O susto lhe trouxe mais sobriedade que uma pratada de escaldado do Choppão. Voltou à cama. Agarrou o filho, cobriu-se e adormeceu, pensando em numa mais trocar o menino por um edredom. Por mais gostoso que seja.
*Atenção crianças, não tentem fazer isso em casa.