quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
A hora do espanto: a versão real
A hora do espanto não é apenas um famoso filme de terror da década de 80.
A hora do espanto acontece toda vez que uma mulher veste uma roupa e essa roupa não fecha mais.
Os efeitos são pavorosos: a boca seca, a pupila dilata, a musculatura fica rígida, você sente medo é ódio no seu coraçãozinho.
E é igual a assistir cena de filme de terror: tem mulher que grita, tapa os olhos com as mãos em frente à televisão - ops, espelho rs.
Só que filme de terror, se você não quiser assistir, é só desligar a TV, sair do cinema...
Mas, a outra hora do espanto... (não se assustem meninas!) parece Caverna do Dragão... difícil chegar ao fim, rs.
Ah, a foto que ilustra esse texto é de outro filme antigo, muito famoso. Psicose, de Alfred Hitchcook. Aliás, Psicose é uma palavra que em muitos casos poderia ser encaixada como título deste post... rs.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Vovó Google
Um dia desses encontrei uma amiga que recentemente virou mamãe e a vi muito entendida de tudo, super bem resolvida com aquele pequeno e novinho bebê. Fiquei imaginando o quão difícil deve ser...
- Amiga, quem te ajuda com o bebê, te dá informações, te tira dúvidas quando você as tem? Sua mãe?
- Não. O Google.
Mais um ponto pra ele. Aliás, pra ela. Vovó Google.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Hambúrguer de Soja e Aveia
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| Prontos para irem ao freezer/congelador! |
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Florianópolis - Ilha da Magia e da diversidade
| Praia tranquila e com vista para a Ilha do Campeche |
| Cervejinha em Ingleses |
| Lagoinha |
| Daniela |
| Ponta das Canas: visual espetacular. Águas verdes, riozinho, barquinhos coloridos... |
| Subindo até as pedras |
| Um pedaço da praia da Armação |
| Outra parte da Armação |
| Não falei que a vista era linda?! |
| No canto direito o rio chegando no mar. No esquerdo, Matadeiros. |
| Matadeiros |
| Catamos conchinhas por esse trecho super deserto de praia |
| Essas pedras redondinhas me encantaram |
| De chorar |
| Quanta sorte chegar bem a tempo de ver esse espetáculo |
| Legenda pra quê????? |
| Joaquina |
| Preparando a descida... |
| Haja energia pra caminhar nessas dunas |
| Capote fenomenal. Areia até na alma! rs! |
| Pedro se deu bem |
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Simpatia para ganhar dinheiro em 2013
Essa simpatia é infalível: Acorde cedo, tome um banho perfumado e vá trabalhar!
Trabalhe muito! Com eficiência, ânimo e criatividade! (rs)
Um ótimo ano para todos, de conquistas e sorrisos!
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Iogurte Grego caseiro
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Pele de bundinha de neném com produtos para bundinha de neném: Hipoglós e Bepantol
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Ervilha Gourmet: Nhoque de Mandioca
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Mochilando: Santiago do Chile
Bienvenidos a Santigo! Hoje vou estrear no Sociedade das Ervilhas os relatos de viagem/desejos de viagem. Começo com a capital do Chile, cidade bem organizada, bonita e com mais de 5 milhões de habitantes. Estive lá em outubro de 2011 e essa foto acima foi uma das primeiras tiradas na metrópole, na Plaza de las Armas. Pedro (meu amor), nosso amigo Buttura, Diego (amigo do Buttura que conhecemos na chegada) e o "cachorrito" (segundo o Diegão, carioca-figura 'expert' na língua espanhola hahaha).
Centrão, lojas, muita gente, uma típica catedral em torno da praça e órgãos públicos. Primeiras impressões muito boas: limpeza e nada de fios aparecendo entre postes e poluindo o visual. Não consegui ver um só fio estampado nas ruas dessa cidade, coisa linda. Também vimos poucos mendigos, agora... "cachorritos" de rua, rs, muitos, pra todo lado!
Na primeiro foto eu e o Pedro fomos tomar vinho no quarto dos meninos. A segunda, a sala do hostel e, a terceira, nossa foto de despedida da turma de brasucas que encontramos lá.
Algumas dicas:
- Se você quer comprar vinhos para trazer para casa, vá a um supermercado. Nas casas especializadas o preço chega a ser o dobro e em um simples supermercado você encontra ótimos vinhos com um precinho lá embaixo. Alguns rótulos que nós compramos aqui a algo entre R$ 30 e R$ 40, lá nos achamos a R$ 7, R$ 10. Dá vontade de trazer um mundo de vinho rs.
- Não saia bebendo na rua, andando com uma garrafinha na mão pelas calçadas. É proibido! Nas regiões centrais os bares e restaurantes fecham 1h, super cedo, e o Carabineros (os caras parecem ser fudidos, rs), a polícia local, faz rondas incessantes, para as pessoas, revista e tal. O sistema é bruto, rs.
- Troque apenas um pouco de dinheiro no aeroporto e deixe para ir trocando o restante em casas de câmbio no centro da cidade, você economiza uma grana fazendo isso. Mas troque algo no aeroporto sim, pois os taxistas não aceitam dólar, real ou qualquer outra coisa. Um companheiro nosso ofereceu a parte dele do táxi em dólar e o taxista simplesmente mandou "dólar não vale nada no Chile, nos só aceitamos nosso dinheiro". Bem isso, nos locais onde fomos, só peso chileno, nada de converter e aceitar outras moedas. Essa nacionalismo está estampado de outras maneiras também, ficamos impressionados com tantas bandeiras do país em janelas, sacadas, casas, carros... Acho que eles ganham até de corinthianos e flamenguistas no quesito bandeiras! rs!
- O sistema de metrô é um interessante meio de transporte em Santiago, recomendamos. O trânsito achamos meio bagunçado e os motoristas, bem estressados.
- Última e importante dica: beba muito vinho, os chilenos são bons nisso! E aproveite bem sua viagem, deixe para descansar na volta...rs.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Dieta engorda
Ervilhas em: O Retorno!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O curioso caso da mãe que trocou o filho por um edredom

Algumas coisas inusitadas acontecem nessa vida. Por exemplo, o curioso caso de uma amiga que trocou o filho por um edredom. Não que a criança não fosse também fofa, cheirosa e despertasse vontade de um abraço e aconchego. Ao contrário, é daquelas delícias de criança. Fofo como um edredom. Carinhoso tanto quanto uma peça da MMartan acarinha sua pele.
Mas aconteceu, numa trágica noite.
A mãe saíra de casa para curtir uma baladinha com os amigos. A vó botaria a criança para dormir. Afinal, mãe também é gente, né?! (Vó idem). Adormecido, o menino foi colocado na cama da mãe, onde gosta de passar a noite.
Lá pelas tantas, ela chegou. Cambaleante, ofegante, levemente ébria. “Levemente ébria” não. Bêbada, mesmo. (Bêbada pra caralho, pronto). Despiu-se, deitou-se na cama. Levou o braço até o menino e....
Nada. Naquele momento seu braço tocava o colchão vazio, o travesseiro abandonado. Coração na garganta. Coração na boca agora, junto com um restinho de vodka. Onde estaria? Teria fugido? Do bicho papão? Do cheiro de álcool no quarto? Mãe pensa tanta coisa absurda quando perde de vista o filho que eu jamais me atreveria a descrever os pensamentos que passavam pela cabeça dela naquela situação.
Só digo que ela correu gritando pela casa, nua e desesperada. “Socoooorrrooo, o menino, o menino, socorroooo!!!”. Mais cambaleante, mais ofegante e um pouco menos ébria. “Mamãaaaae, mamãaaaeee! Roubaram o menino, ele sumiu! Roubaram o menino!!!”.
A vó, no susto, levantou-se e veio checar a situação. Levou sua filha até o quarto para procurar debaixo da cama, dentro do banheiro, atrás dos armários, nos bolsos das calças. E ele estava bem ali, no meio da cama, dos pés à cabeça enroladinho no edredom que se aninhava outrora ao lado do corpo materno.
Ao passar o braço para o lado, nem pode ela sentir que havia passado por cima do menino, escondidinho no gostoso pedaço de pano ao lado do seu corpo. Achou que era só um aglomerado de tecido e espuma. Comeu barriga. Passou batida.
Gritos de alívio e gargalhada ao entender o que havia ocorrido. O susto lhe trouxe mais sobriedade que uma pratada de escaldado do Choppão. Voltou à cama. Agarrou o filho, cobriu-se e adormeceu, pensando em numa mais trocar o menino por um edredom. Por mais gostoso que seja.
*Atenção crianças, não tentem fazer isso em casa.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
PQP Cinderela!
Mas, de conto de fadas, esse mimimi de Cinderela quase virou um conto de fodas, com o perdão da expressão, rs.
O namorado tomou a embarcação para terras longínquas e deixou a namorada com lágrimas de saudade dos olhos, ansiosa pelo retorno do amado, lindo, são e salvo.
Entre uma carta de amor e outra, ela encontrou-se com sua sogra, e foi surpreendida por uma inocente declaração: “Poxa vida, esqueci de trazer para você o sapatinho que você deixou lá em casa!”.
Ela ruborizou. Não se lembrava de sapato algum. Talvez sua face tivesse tomado uma expressão bege, acrílica ou fúcsia. Na verdade, toda sua concentração estava empenhada em lembrar se realmente houvera esquecido um sapato na casa do amado.
“Não, não esqueci sapato na sua casa, tem certeza? Como é?”, indagou à sogra que, naquele momento, estava mais para uma ex-futura-sogra, rs. “Esqueceu sim, um marrom, de lacinho”. Aí a situação ficou esquisita.
A mocinha calou-se por um bom tempo. Não por vergonha, raiva, ou qualquer coisa do tipo. Ela estava fazendo uma espécie de varredura pelos seus mais de 80 modelos de sapato, na esperança de encontrar algum sapatinho marrom de lacinho que ela houvesse levado para a casa do namorado.
Não, não encontrou. Nenhuma descrição parecida. Seu conto de fadas deu lugar, a partir daquele momento, às fábulas, historinhas fofas com animais como personagens e uma moral da história: O CACHORRO do namorado teria se encontrado com alguma VACA? A tal GALINHA teria esquecido o sapatinho de PIRANHA com ele? Qual seria a (i)moral da história? Tapa na MACACA? Peruca de TOURO?
Enfim, depois da criatividade literária, a racionalidade reinou por algum tempo, afinal, nada se poderia deduzir exatamente ainda, apenas que por algum motivo, algum sapato feminino de dona desconhecida estava perdido na casa. (Isso já é muita coisa, não é?!)
Poucas horas depois, a namorada voltou a indagar a sogra. “Como é mesmo o sapato?”. Mesma descrição. “Hum...e, diga, em que parte da casa EXATAMENTE você encontrou esse sapato?”, ao que ouviu como resposta: “No meu carro, vc deixou no meu carro”.
As coisas começaram a clarear, a namorada não havia saído no carro da sogra. E o namorado não costumava andar no carro da mãe, nem gostava, e ele tinha o dele próprio. O que seria? Mais e mais perguntas se seguiram, até que a sogra lembrou-se que havia dado carona para uma amiga na ida a um evento. O sapatinho marrom de lacinho era dela!!! A namorada havia voltado do evento naquele carro, aí a confusão. Ambas riram muito.
Todos os pensamentos voltaram à normalidade. Adeus fábulas, adeus nóias. Não havia vaca nenhuma e o cachorro voltou a ser gato. E, o principal, não teve pé na bunda, nem com sapatinho de cristal, nem com sapatinho marrom de lacinhos. Ufa.







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